O novo PSDB e o Brasil

Na véspera de completar 31 anos, o PSDB elegeu uma nova direção nacional. A maior missão é promover a identidade de um partido comprometido com a democracia e o desenvolvimento. O novo PSDB defenderá a economia de mercado, o combate às desigualdades, a criação de oportunidades, a ética pública, com gestão inovadora e desburocratizante.

Uma legenda renovada por jovens, negros e mulheres, que promova o respeito, o diálogo e a tolerância. Um partido em que cidadãs e cidadãos, de todas as idades, gêneros, etnias, origens, credos e orientações sexuais sejam o centro de nossas atenções. Mas que também tem projeto econômico, capaz de abrir um novo ciclo de desenvolvimento, gerando empregos e integrando o Brasil ao mundo.

Diante do fracasso moral e econômico dos governos do PT, o PSDB se propõe a ser um partido de centro, com propostas de economia liberal, defendendo o estado menor, mais eficiente, transparente e desestatizante

O PSDB enfrentou e venceu muitos desafios. Com Fernando Henrique Cardoso liquidou a hiperinflação no Plano Real. Criou a Lei de Responsabilidade Fiscal e consolidou a estabilidade econômica. Universalizou o ensino fundamental e ampliou o ensino médio, além de combater o trabalho infantil. Implantou o Bolsa Escola, o primeiro programa social verdadeiramente transformador no Brasil.

Faz parte do nosso DNA desenvolver soluções duradouras para problemas que pareciam perpétuos. Foi assim com o primeiro programa de privatizações da história recente, o fim do monopólio estatal das telecomunicações. Há 21 anos, havia apenas 4,6 milhões de celulares e 17 milhões de linhas fixas no Brasil (havia filas de até dois anos por uma linha móvel e um telefone fixo custava R$ 12 mil reais no mercado paralelo). Hoje são mais de 230 milhões de celulares ativos e mais de 40 milhões de linhas fixas.

Lamentavelmente, novos problemas foram criados pelos erros do PT, cujos governos foram um desastre. No governo Lula, nunca se roubou tanto os cofres públicos. No período Dilma, o Brasil afundou de vez. E ainda colocou 14 milhões de brasileiros no desemprego.

O novo PSDB fará a democracia andar em parceria com a economia de mercado e a redução das desigualdades sociais. Um partido que acredita, como pregava Mário Covas, ser “possível conciliar política e ética, política e honra, política e mudança”.

Vamos ajudar a mudar o Brasil e diminuir as diferenças entre os mais ricos e os mais pobres. E não vamos colocar o interesse político à frente do interesse dos brasileiros. Apoiaremos a reforma da previdência, assim como as reformas tributária e política. E estaremos ao lado de todas as iniciativas que contribuam para o crescimento do Brasil..

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