São Paulo no rumo certo do crescimento

São Paulo está fazendo sua parte para o Brasil superar o ciclo de recessão e baixo crescimento dos últimos anos. O estado respondeu por quase 40% de 351 mil novos empregos com carteira assinada gerados no país de janeiro a maio. Em 2019, São Paulo deve crescer cerca de 25% a mais do que a média nacional.

Gestão inovadora, confiança, investimentos e defesa do mercado são os motores da nossa política econômica. Economizamos R$ 300 milhões com revisão de contratos e convênios.

Reduzimos de 25 para 20 o número de secretarias estaduais e cortamos 500 cargos comissionados.

A prioridade é investir em saúde, educação e segurança pública.

Adotamos um programa de desestatização que alcança 62 diferentes áreas.

Está em curso, por exemplo, a maior concessão rodoviária do Brasil.

São 1.200 quilômetros a serem geridos pela iniciativa privada, com investimentos estimados de até R$ 14 bilhões em 30 anos.

Apoiamos a desestatização de tudo o que a iniciativa privada pode fazer com menor custo e mais qualidade no serviço à população.

Essa política tem sido decisiva para atrair novos investimentos, como os mais de R$ 13 bilhões já anunciados por GM, Toyota, Scania, Honda, CSN, P&G e outras empresas. No início de julho, fui a Londres defender novos negócios para São Paulo.

A JCB, fabricante inglesa de equipamentos e veículos pesados, anunciou investimento de R$ 100 milhões em sua fábrica em Sorocaba.

Firmamos parceria com um dos maiores grupos farmacêuticos do mundo, AstraZeneca, para modernizar o Hospital das Clínicas.

Nossa gestão defende o investimento e o emprego.

Às 132 mil novas vagas formais geradas em cinco meses em São Paulo, somam-se outras asseguradas pelas políticas do nosso governo.

É o caso dos 65 mil empregos diretos e indiretos da GM, que reverteu a decisão da matriz de fechar duas fábricas no Estado.

E também mais de 20 mil contratações de professores e 17 mil novos policiais.

No total, são mais de 220 mil trabalhadores que garantiram emprego ou conquistaram uma vaga nova, em benefício de cerca de um milhão de brasileiros de São Paulo.

A receita para o crescimento paulista é baseada em trabalho e cooperação, ao invés de ideologia e radicalização.

O país não aceita mais fórmulas populistas e assistencialistas.

O caminha certo para o desenvolvimento é a economia liberal, voltada para a modernização das empresas e a formação de profissionais.

É assim que São Paulo está avançando – e crescendo..

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